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Seminário internacional da ALCE tratou do fenômeno da

Seminário internacional da ALCE tratou do fenômeno da

O presidente da Aspramece e advogado, P.Queiroz, vê como positiva a iniciativa da Assembleia Legislativa, que promoveu entre os dias 6 a 8 de junho, o Seminário Internacional sobre Segurança Pública. Desde a abertura até ao encerramento do seminário, os palestrantes nacionais e internacionais convidados, que trabalham ou já operaram diretamente na área, revelaram visões diferenciadas sobre as adversidades da segurança pública enquanto interagiam com especialistas de diversos segmentos e o público.

Entre os assuntos abordados, os expositores focaram sua atenção nos mais recorrentes quando se fala em segurança pública, como a superlotação dos presídios, ou o aumento e domínio das facções criminosas, e a consequente epidemia de assassinatos que a capital está, no momento, vivenciando.

 Em um dos momentos do evento, P.Queiroz comentou sobre o fenômeno da “faccionalização” (aumento das facções criminosas) .

“A mim preocupa-me o fato da população começar a passar a aceitar as facções como algo legítimo na sociedade. Isso não pode acontecer. Precisamos de mais estudos voltados para a segurança pública para encontrar outra fórmula mágica que tente cessar esta violência absurda. Eu quero mais qualidade do que apenas sentir sensação de segurança, já que isso vem se mostrando insuficiente”, apelou.

Seguindo a mesma linha de pensamento, o Diretor-presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Renato Sérgio de Lima, falou sobre a postura do governo sobre as facções, considerando-a errada pelo fato de observarem o fenômeno como um simples acerto de contas entre bandidos, e por isso, já estão fazendo um serviço público, ao se matarem.

No seminário, também foi apresentado o primeiro Boletim Epidemiológico dos Homicídios em Fortaleza pelo gerente da Vigilância Epidemiológica de Fortaleza, Antônio Silva Lima Neto. Segundo os números, a capital viveu uma epidemia de assassinatos, em 2017, na população de dez a 19 anos de idade, com o aumento de mortes de crianças do sexo feminino. Em 2017, entre os meses de janeiro e abril, uma menina foi assassinada, número que salta para 23 mortes no mesmo período deste ano. Estes são dados dramáticos e que nos levam a pensar que deve existir, urgentemente, uma discussão nacional sobre violência

 

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