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Jornal americano diz que reformas de Temer vão tornar o Brasil um país de pobres

Jornal americano diz que reformas de Temer vão tornar o Brasil um país de pobres

O jornal norte-americano The New York Times afirma que a “desigualdade” nas reformas fiscais pelo governo Temer em tramitação no Brasil irá transformar o país em um dos mais pobres.

O jornal relata que, enquanto os trabalhadores terão benefícios cortados, juízes e políticos têm aumentos de salários e cita que o Congresso, “em vias de aprovar uma reforma previdenciária”, agora está permitindo que seus membros obtenham pensão vitalícia depois de apenas dois anos.

Conforme a publicação, o governo brasileiro defende que toda a população precisa aderir ao programa de austeridade, no entanto, a postura indica que a pressão é pior sobre os menos favorecidos. E, que apesar da aprovação de um teto para os gastos públicos ser uma das principais conquistas do governo Temer, também é um dos seus "calcanhares de Aquiles". Ou seja, um dos pontos fracos do governo.

A reportagem do correspondente Simon Romero também cita a situação financeira do Rio de Janeiro, que é vista como um “case” da seriedade do problema no Brasil.

Desde que se fala em Reforma Previdenciária, a Aspramece vem apoiando movimentos contra a alteração da lei. Isso porque, a PEC apresenta pontos totalmente controversos, como a elevação da idade mínima de 65 anos para requisitar a aposentadoria tanto para o homem como para mulher, aumentando também o tempo de contribuição de 15 para 25 anos; mudanças nas regras para aposentadorias por incapacidade, rural e LOAS (Lei Orgânica da Assistência Social); além da criação de dois fundos para cuidar da previdência dos servidores civis e dos militares. O problema com a criação destes fundos, é que o estado tira de sua responsabilidade a gestão do tesouro estadual e passa a tarefa para terceiros, o que pode resultar na quebra dos fundos. Outro motivo de preocupação é a omissão de quem serão os atores nomeados para fazer a administração das fundações.

As mudanças, caso aprovadas, vão atingir integralmente trabalhadores dos setores públicos e privado, com exceção dos militares que não estão incluídos no texto da reforma e de homens e mulheres que já tenham no período da aprovação da emenda, 45 anos, quando mulheres, e 55 anos no caso dos homens. Estes seguirão uma regra de transição, mas também serão atingidos pelo projeto parcialmente.

De acordo com os governantes o objetivo da reforma é tentar estabilizar as contas públicas do país, uma vez que o sistema previdenciário encontra-se em déficit, pelo fato da população idosa estar aumentando e a população jovem, que sustenta o regime, estar diminuindo. No entanto, voltando ao texto publicado pelo New York Times, tais mudanças podem prejudicar ainda mais a situação da educação no país. É necessário que o governo tire seu foco do mercado e comece a projetar suas medidas a nível social, como por exemplo, através da criação de empregos, beneficiando as famílias. Pois, no momento, as proposições do projeto de lei são completamente insensíveis aos direitos sociais da população brasileira.

 

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