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Reajuste salarial dos servidores será votado esta semana

Reajuste salarial dos servidores será votado esta semana

Espera-se que os deputados aprovem as matérias sem emendas.

A votação da Assembleia Legislativa do Ceará (AL-CE) para a revisão do salário dos servidores estaduais do Poder Legislativo e dos titulares de cargos comissionados deverá ser decidida ainda hoje pelo presidente da Casa, Zezinho Albuquerque (PDT).  

Lembrando que no dia 1° de março, os deputados aprovaram o aumento dos servidores do Executivo, incluindo o de secretários.

O acréscimo proposto é de 3%. Como resultado, o subsídio do governador Camilo Santana (PT) e de sua vice, Izolda Cela, (PDT) também sofrerão aumento. O salário do governador será fixado em R$ 17.607,61, enquanto o da vice será de R$ 13.205,70. 

O reajuste de 3% leva em consideração o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), responsável por medir a inflação, que em 2017 fechou em 2,95%.

No momento, o Ceará comporta 56 mil servidores ativos no Estado e 80 mil inativos, conforme dados do Governo do Ceará. O impacto do reajuste será superior a R$ 717 milhões na folha de pagamento em relação ao ano passado. Isso corresponde a um aumento de 8,98% na folha de pagamento.

Segundo o governador Camilo Santana, a proposta da revisão obedece "às disponibilidades orçamentárias e às limitações impostas pela Lei de Responsabilidade Fiscal, estando em sintonia com as propostas pelos outros poderes do Estado”.

Apesar da justificativa do governador, P.Queiroz, presidente da Aspramece, advogado e Coordenador Jurídico do Fórum Unificado das Associações e Sindicatos dos Servidores Públicos Estaduais (Fuaspec) acredita que a proposta não contempla as demandas e necessidades dos trabalhadores públicos.

Conforme o advogado, a situação relatada por Camilo contradiz com os dados dos estudos técnicos que apontam ser possível assegurar o aumento salarial de 20%, baseado na inflação de 2017. No ano passado, os líderes sindicais e associativos iniciaram várias campanhas  em defesa do reajuste salarial e do pagamento dos salários em dia. Infelizmente, o governo não recebeu os trabalhadores para discutir e avançar na negociação, como prevê a Mesa Estadual de Negociação Permanente (MENP).

A Aspramece critica a posição do governo em relação aos trabalhadores e persiste em perguntar: "Onde estão os nossos 20,22%?".

 

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