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DAI na ânsia de dar satisfação à sociedade comete injustiça com PM’s

DAI na ânsia de dar satisfação à sociedade comete injustiça com PM’s

Os PMs estavam investigando o episódio ocorrido na sexta-feira, 2, em que adolescentes arrancaram pedras da calçada próxima ao Quartel do 22º BPM e formaram uma mensagem de alusão a uma facção.

A crise de violência no Ceará continua atingindo os profissionais de Segurança Pública. 

O último caso, ocorreu na última sexta-feira, 2, em que policiais que fazem parte do 22º Batalhão de Polícia Militar do Estado do Ceará fizeram uma busca na Comunidade do Pau Fininho, no bairro Papicu, com o objetivo de encontrar os criminosos que deixaram um recado de afronta de uma facção criminosa na parede do batalhão.

Durante a conduta na comunidade, os PM's encontraram diversos objetos, entre eles: simulacro de arma de fogo, drogas e munição. Nessa mesma busca, os policiais conseguiram identificar os menores envolvidos no crime.

Terminada a investigação na comunidade, os policiais seguiram até à Controladoria Geral de Disciplina (CGD), mas ao chegaram no local, se depararam com moradores da comunidade, que  os denunciavam, injustamente, por tortura de três adolescentes, entre eles o filho de um suposto traficante de drogas. É de extrema importância destacar que os policiais nunca cometeram tal ato de crueldade.

Ainda assim, a CGD decidiu abrir um flagrante contra os PMs, resultando na ameaça da prisão dos mesmos.

P.Queiroz, advogado e presidente da Aspramece comentou sobre o frenesi que tem ocorrido na área da Segurança Pública.

"Todos buscam a apresentação de resultados que possam justificar o alto índice de criminalidade no Ceará, porém, a categoria acaba se perdendo e ferindo uns aos outros", explica o advogado.

Conforme P.Queiroz, esse sentimento de busca por resultados deve ser feito com muita cautela para que não exista confronto entre os colegas. "Enquanto não houver uma força-tarefa que inclua os 26 estados do Distrito Federal com os 5.7570 municípios, o Brasil não irá combater essa violência e os policiais continuarão buscando resultados um em cima do outro”, concluiu o presidente da Aspramece.

Após o ocorrido, a Aspramece pede à Controladoria Geral, uma audiência urgente com as associações e sindicatos para que juntos possam encontrar soluções para melhorar a situação de violência no estado do Ceará.

E, por fim, nós questionamos: Como vamos combater as facções criminosas se a própria CGD se volta contra os PM's?

 

 

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